sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

A VOLTA DOS COFRES E DO COLCHÃO

SE ABRE POUPANÇA COM O TEMPO EM VEZ DE GANHAR PERDE E PRA REVER O DINHEIRO SÓ NA JUSTIÇA E NEM SEMPRE REVÊ O POUCO QUE DEPOSITOU, FICA A DISPOSIÇÃO DE TERCEIROS. SE ABRE UM C/C E TA DEVENDO. à ALGUÉM ESSA DÍVIDA QUE AS VEZES É DE APROXIMADO R$5.000,00 COM O TEMPO PASSA PARA R$87.000,00 DÍVIDA INDECENTE A PESSOA É EXECUTADO AÍ O BACEN JUD ENTRA NA SUA VEIA AORTA E SANGRA EM FAVOR DE UM EXPLORADOR. POR ISSO QUE TÁ ESSA CRISE SEM DINHEIRO. EX: O BANQUEIRO QUANTO ELE TINHA EM CASA?, UM EX-PREFEITO TAMBÉM, O JUIZ DE LA DO ESPIRITO SANTO. E TANTAS OUTRAS PESSOAS ENTÃO ACABOU-SE O SIGILO BANCÁRIO ENTÃO PRA QUE DINHEIRO EM BANCO QUEM TEM POUCO GASTA COM AS QUENGAS E QUEM TEM MUITO GUARDA ONDE BEM ENTENDE.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

NO PUGILISMO CRUZADO A VITIMA GERALMENTE VAI A NOCAUTE

Elaborado pela equipe do então ministro da Fazendo Dílson Funaro, o plano contou inicialmente com o apoio da população, entusiasmada com as perspectivas de estabilização econômica. O povo foi incentivado a colaborar, fiscalizando estabelecimentos comerciais que praticassem preços acima da tabela determinada pelo governo. A inflação foi reduzida, o desemprego diminuiu, o poder aquisitivo da população cresceu. Mas em poucos meses, o Plano Cruzado já apresentava problemas: muitos produtos desapareceram do mercado e começou a cobrança de ágio, ou seja, o consumidor era obrigado a pagar um tanto a mais sobre o preço estipulado pelo congelamento. Em novembro de 86, após as eleições, foi anunciado o Plano Cruzado II, que congelou preços muito acima da realidade do mercado. Com o passar do tempo, a inflação voltou a crescer e, em maio de 1987, já ultrapassavam a casa dos 20% ao mês. O fracasso do plano provocou a queda do ministro Dílson Funaro. Em junho de 87, o governo decretou um plano econômico, agora sob a orientação do ministro Luís Carlos Bresser Pereira. O Plano Bresser, como ficou conhecido, visava regularizar as contas públicas, isto é, as despesas do governo. Foi decretado um novo congelamento de preços e salários, por três meses. No final de 87, a nova estratégia econômica já apresentava sinais de esgotamento, por não conseguir manter a política de preços e de salários controlados. Maílson da Nóbrega, o quarto e último ministro da Fazenda do governo Sarney, tentou ainda outro "pacote de medidas para sanear a economia: o Plano Verão, anunciado em janeiro de 1989, que decretou um novo congelamento, criou o cruzado novo e se comprometeu a conter os gastos públicos. Como os demais planos, esse também não obteve os resultados pretendidos. O governo Sarney terminou em ambiente de recessão econômica, especulação financeira e ameaça de hiperinflação.
MENSAGEM ENCONTRADA NO SITE (BRASIL ESCOLA)

1986 E O PLANO CRUZADO COM AS VITIMAS QUE CONTINUA EM JUÍZO

Presidente Sarney, meu senador veja se sr. fala com algum jurista sobre as vitimas do plano cruzado pq eu sou vitima do plano cruzado e até hoje sou perseguido por uma autarquia financeira que alguém fez errado e eu como firma individual até hoje tenho processo por ter usado algum dinheiro da c/c . Agora o que eu usei teve processo e correção e que eu não usei também devia correr juros. O que foi retirado correu e o resto que ficou na c/c quem ficou . Eu lhe garanto que eu não retirei.